Pós-Operatório de Cirurgia Cardiotorácica
Deiscência de esternotomia conduzida até a cicatrização.


Preparando sua Experiência
0%
LARA LÍVIAEspecialista em Feridas e CurativosTratamento de feridas complexas.Feito por quem trata todo dia.
Sou enfermeira e trabalho com feridas que não fecham: úlcera de perna, pé diabético, lesão por pressão, ferida oncológica e queimadura. Avalio a lesão, identifico o que está travando a cicatrização e conduzo o tratamento até o fim — na casa do paciente, em Mossoró e região.

Nenhuma cobertura é escolhida antes de ver a ferida e entender a causa.
Atendimento domiciliar no Rio Grande do Norte, para quem não consegue se deslocar.
Fotobiomodulação e PDT associadas ao curativo quando há indicação.
Evolução fotografada e comparada a cada troca, não avaliada de memória.
Curativo trocado no automático mantém a lesão aberta por meses. O que muda o desfecho é avaliar o leito, tratar a causa de base e ajustar a cobertura a cada fase da cicatrização. É isso que entra em cada atendimento.
Mensuração, classificação do tecido, bordas, exsudato e sinais de infecção — registrados a cada visita.
Vascular, metabólica, pressão ou oncológica. Sem tratar a origem, a ferida reabre.
Remoção de esfacelo e necrose que impedem o leito de granular, pela técnica adequada ao caso.
Escolhida pelo estágio e pelo exsudato — não pela que sobrou na gaveta.
Troca planejada para doer o mínimo possível, incluindo o momento de retirar a cobertura.
Identificação precoce de colonização e sinais que exigem encaminhamento médico.
O que fazer entre as visitas: posicionamento, higiene, sinais de alerta e o que não mexer.
Comparação objetiva da evolução ao longo das semanas, com autorização do paciente.
Úlcera venosa◆Pé diabético◆Lesão por pressão◆Ferida oncológica◆Queimadura◆Desbridamento◆Laserterapia◆Terapia fotodinâmica◆Ferida cirúrgica◆Atendimento domiciliar◆
Úlcera venosa◆Pé diabético◆Lesão por pressão◆Ferida oncológica◆Queimadura◆Desbridamento◆Laserterapia◆Terapia fotodinâmica◆Ferida cirúrgica◆Atendimento domiciliar◆
Recursos aplicados junto do curativo quando o caso indica. Clique em cada frente para ver o que faz e quando entra.

Feridas agudas e crônicas em adultos e idosos, em domicílio.
O carro-chefe
Lesões abertas há semanas ou meses, já tratadas sem sucesso, com tecido inviável, exsudato mal controlado ou infecção de repetição. É o caso que mais chega — e o que mais responde quando a causa é finalmente endereçada.
Venosas e arteriais
Úlceras por insuficiência venosa ou doença arterial, com manejo articulado ao acompanhamento médico e à terapia compressiva quando indicada.
Prioridade: salvar o pé
Mal perfurante plantar e lesões em pé de risco, com desbridamento, alívio de pressão e vigilância rigorosa de sinais de infecção.
Paciente acamado
Escaras em sacro, calcâneo e trocânter, com tratamento da lesão existente e reorganização do cuidado para não surgirem novas.
Conforto em primeiro lugar
Lesões tumorais e feridas pós-exérese, radioterapia ou quimioterapia, com controle de odor, sangramento, exsudato e dor.
Superficiais e de espessura parcial
Proteção do leito, controle da dor na troca e prevenção de infecção, em acompanhamento domiciliar.
Incisão e deiscência
Acompanhamento de incisões, deiscência de sutura e retirada de pontos, com comunicação de intercorrências à equipe cirúrgica.
Três coisas que curativo feito no improviso não entrega.
Ferida crônica não é curativo grande: é leitura de tecido, de exsudato e de causa. Sem esse repertório, a troca vira rotina e a lesão fica aberta por meses sem que ninguém perceba o que está travando.
Laserterapia e terapia fotodinâmica não substituem o curativo, mas mudam o ritmo de casos parados — sobretudo em lesão dolorosa ou com carga bacteriana persistente.
Quem está acamado ou com mobilidade reduzida falta à consulta e interrompe o tratamento. Atender em casa elimina a maior causa de abandono no cuidado de feridas.

Ferida que não cicatriza quase nunca é só ferida. É preciso entender o que está impedindo o corpo de fechar aquela lesão — e sustentar a conduta semana após semana até o leito responder.
A cobertura da primeira semana raramente é a mesma do segundo mês. Cada troca é uma reavaliação, não uma repetição.
Boa parte do resultado acontece entre uma visita e outra. Quem cuida em casa precisa saber o que observar e o que não fazer.
Sinais de infecção sistêmica, isquemia ou piora rápida são encaminhados para avaliação médica. Cuidado de ferida não substitui consulta.
Sem avaliação não existe conduta — e sem seguimento a conduta não se sustenta.
Primeira visita dedicada a medir, classificar o tecido, identificar a causa de base e conversar com a família. Já saio com o plano definido e a lista do que a próxima visita precisa levar.
Limpeza, desbridamento quando indicado, cobertura adequada ao estágio e, se o caso pedir, laser ou PDT. A frequência das trocas é definida pela lesão, não por padrão fixo.
Registro fotográfico comparado, revisão da conduta a cada fase e orientação contínua. Se a ferida estaciona, a conduta muda — não se espera mais um mês para ver.
Casos publicados mediante autorização.
Conteúdo clínico sensível. As imagens mostram lesões reais e estão desfocadas por padrão. Toque no cartão apenas se desejar visualizá-las.
Deiscência de esternotomia conduzida até a cicatrização.
Úlcera extensa em tornozelo, com desbridamento e cobertura seriada.
Deiscência de incisão de cesárea, com fechamento por segunda intenção.
Lesão em região occipital, da abertura à granulação.
Sofrimento tecidual em pós-operatório, com recuperação do leito.
Abrasões extensas em membro inferior, com reepitelização completa.
Escara em paciente acamado, com fechamento completo da lesão.
Lesão em couro cabeludo após exérese de nódulo.
Úlcera de perna por insuficiência venosa, da fase de tratamento à reepitelização.
Fissura mamilar em lactante, tratada preservando a amamentação.
Arraste para o lado para ver os outros casos
As imagens são de pacientes reais, divulgadas mediante autorização. Cada organismo responde de forma distinta ao tratamento: a evolução mostrada não representa promessa de resultado e não substitui avaliação individual.
Descreva o caso — tipo de lesão, há quanto tempo apareceu e o que já foi tentado. Quanto mais específico, mais rápida a resposta.
Atendimento domiciliar em Mossoró e região, no Rio Grande do Norte. Envie o bairro pelo WhatsApp para confirmar a cobertura.
Preencha e o WhatsApp abre com a mensagem já pronta.
Manda uma foto e conta há quanto tempo está aberta. Se o caso não for de enfermagem em feridas, eu falo — e oriento para onde procurar.